Twittar ou não: Eis a questão!


No tempo das populares mídias sociais como Facebook, Orkut e, mais recentemente, o Twitter, somos questionados frequentemente sobre nosso comportamento no ambiente Web. Como saber até onde podemos ir neste espaço tão dinâmico?

Provavelmente cada um de nós já teve algum tipo de aborrecimento na internet, seja por algum comentário maldoso, ou por ter sido interpretado de forma equivocada por outro. O fato é que todos nós estamos expostos a este risco, pois a Internet aproxima as pessoas, porém não substitui a comunicação corpo-a-corpo.

Fala-se muito, ultimamente, sobre o que as pessoas postam no Twitter e suas consequencias na vida pessoal. Há relatos de pessoas que foram até demitidas de seus empregos por postar uma simples frase como: "Sem nada para fazer", nesta rede. Indiretas também são muito comuns, tanto que o popular ditado: "Quem fala o que quer, escuta o que não quer", já foi adaptado na rede para: "Quem tweeta o que quer, lê o que não quer".

Isso tudo acontece porque as pessoas, quando estão diante de seus computadores, simplesmente esquecem que aquilo que é postado na rede será visto e interpretado de diferentes formas por um sem-número de internautas.

No Twitter isso é potencializado pelo uso das chamadas "hashtags" (palavra precedida do símbolo "#", que, quando inserida na rede, cria um link para todas as postagens refentes àquela palavra-chave). Falsas notícias como "Lima Duarte morreu" espalharam-se rapidamente, ficaram famosas e causaram muita polêmica em toda Internet, mas também campanhas ganharam muita força e fizeram relfetir sobre temas como o bullying, recentemente através do "Garoto Zangief".

De tudo isso podemos tirar uma lição: é bom pensar muito bem antes de escrever ou postar qualquer coisa em redes sociais em geral, pois as consequencias podem ficar muito além do que podemos imaginar.

Reabrimos HOJE


Todo ano é a mesma coisa, mas não tem pra onde correr: o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval, principalmente no setor público. Há algumas empresas que até tentam iniciar seus trabalhos nos primeiros dois meses do ano, mas sem sucesso. No início do ano a demanda é muito pequena, o trabalho de verdade só começa em março. É quando todo mundo parece colocar os pés no chão e dizer, finalmente (às vezes com muito pesar), "é hora de trabalhar".

O que me motivou a escrever sobre isso foi uma placa colocada na porta de um dos laboratórios de informática da UFRN que dizia o seguinte: "Informamos que o laboratório de informática só iniciará suas atividades depois do Carnaval".

Já estamos cansados de saber que, na prática, nosso país só funciona durante nove meses. Sim, porque a partir de Dezembro o trabalho fica em segundo plano: temos o Natal, Ano Novo, Verão (férias), e até a chegada do Carnaval quase nada do que foi produzido se aproveita.

Então é chegada a hora de arregaçar as mangas, voltar a acordar cedo, tirar as remelas dos olhos e ir à luta com todo o gás (mas calma, pois já já a Semana Santa está aí.)!!

Pixels

 
Vídeo muito interessante exibido durante a I Semana de Introdução à Comunicação da UFRN.